De 13 a 17 de Novembro, em Belo Horizonte, o maior festival de quadrinhos da América Latina! Entrada gratuita!


Fazer quadrinhos para crianças ou adolescente não é uma tarefa fácil. Essa é, inclusive, uma área de poucos profissionais. No Brasil, grandes nomes fazem um trabalho excelente voltado para esses públicos. Dois mineiros estão entre esses artistas e, adivinhe, farão parte da super lista de convidados do FIQ 2013. São eles: Chantal e João Marcos! O 8º FIQ acontece de 13 a 17 de novembro, em Belo Horizonte, e tem entrada gratuita.

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Por João Marcos

Se você gosta de quadrinhos, já ouviu que eles são só para crianças. Um equívoco. Há pessoas que, talvez por não se interessarem, fazem um julgamento errado sobre essa arte sequencial. Esses não sabem, por exemplo, sobre como os gibis podem ser importantes na alfabetização de alguém, mas que, mesmo assim, a maior parte deles é destinada a adultos. Por isso, é essencial incentivarmos o trabalho de quadrinistas como Chantal e João Marcos. Aliás, não só por isso, né? No caso deles tem outro fator relevante que enchem nossos olhos: o talento.

Sendo assim, vale a pena conhecer um pouco mais sobre cada um!

Chantal

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Chantal começou a publicar quadrinhos e ilustrações no jornal Diário da Tarde e, atualmente, publica a série Juventude no jornal Estado de Minas. Trabalha com ilustrações para revistas e jornais e design gráfico, tendo já publicado revistas com coletâneas de tiras em quadrinhos da série Juventude, além dos livros infanto-juvenis Blog da Cacau, Ninguém Merece e Ai, amigas! Ninguém merece!. Nossa convidada já publicou desenhos na Suíça e nos Estados Unidos e participou da exposição Consequências Historieta Brasilenã em Madri e Barcelona. Chantal também foi convidada do Festival de Lille de 2006, na França, e fez parte da exposição Internacional de Cartuns pela liberdade de expressão em Ploiesti, na Romênia. Em 2011 recebeu uma menção honrosa também na Romênia.

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O currículo dela não para por aí: é doutoranda em Artes Visuais (Escola de Belas Artes - UFMG), Mestre em Artes Visuais (Escola de Belas Artes - UFMG); especialista em Comunicação - novas tecnologias e hipermídia (lato sensu), pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UNI-BH) e bacharel em Design Gráfico na Escola de Design da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG). Atualmente leciona no curso de Design e de Design Gráfico no Centro Universitário de Belo Horizonte - UNI-BH, e no curso de Pós-graduação lato sensu Projetos Editoriais Impressos e Multimídia na UNA.

João Marcos

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João Marcos é mineiro de Ipatinga. Mestre em Artes Visuais pela Escola de Belas Artes da UFMG, ele é professor da Universidade Vale do Rio Doce no curso Arquitetura e Urbanismo. Atualmente nosso convidado é um dos roteiristas da Mauricio de Sousa Produções, nas revistas infantis da Turma da Mônica. Atua também como ilustrador de livros e revistas diversas, além de ser chargista do jornal Diário do Aço. João Marcos faz pesquisas sobre o uso das histórias em quadrinhos na educação, trabalho que ganhou o troféu HQ Mix e resultou no livro Traça Traço Quadro a Quadro: a produção de histórias em quadrinhos no ensino de Arte, da editora C/Arte. Também nessa área, ministra palestras, oficinas e cursos de capacitação de professores em instituições de ensino como USP, UFMG, UFES, PUC entre outras.

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Arte feita por João Marcos para a exposição Ícones dos Quadrinhos, que estará no FIQ 2013

É autor de livros em quadrinhos para crianças, como A Pescaria Magnética do Seu Vivinho e Outras Histórias (Abacatte, 2013), 20.000 Léguas Submarinas em Quadrinhos - adaptação da obra de Júlio Verne – (Nemo, 2012), Histórias Tão Pequenas de Nós Dois (Abacatte, 2012, finalista do troféu HQ Mix), Sete Histórias de Pescaria de Seu Vivinho (Abacatte, 2011), selecionado no programa PNBE 2013), O Mundo Mendelévio e o Planeta Telúria (Abacatte, 2009, finalista do troféu HQ Mix), Jarbas Não Quer Voar (literatura infantil, Clesi, 2009), Um Presente Especial (editora Univale, 2008), entre outros. Ele também participou dos livros Ouro da Casa (2012) e MSP 50, ambos da Panini, e dos livros teóricos Diálogos entre Linguagens (C/Arte, 2010) e Quadrinhos na Educação: da rejeição à prática (Contexto, 2012).